Rubens Lima

Um poeta que é apaixonado pelo que é e pelo que faz.

Textos


                         22 DE NOVEMBRO

 

 

 

 

 

Vinte e dois de novembro

Foi agravada a prisão,

De um presidente inocente

Que amou e ama a nação.

 

 

Sem compaixão e empatia

Vemos a vingança operar,

Destilando ódio e covardia

Para o povo amedrontar.

 

 

Com isto passando o recado

Para os que pensam em reagir!

Fiquem todos calados,

Silentes, parados a assistir.

 

 

Prenderam vários generais

Honrados e também ilibados

Sem que houvesse reação

Das suas próprias forças!

Ou mesmo da população.

 

 

É! O medo mata o homem

Que não sabe se defender

Um povo que se dizia varonil

Não consegue sobreviver!

À uma caneta abjeto e ardil.

 

 

Respeito humano não existe.

Justiça justa também não

A perseguição persiste

Contra quem ama esta nação.

 

 

Vinte e dois de novembro

Foi agravada a prisão,

De um presidente inocente

Que amou e ama está nação.

                 

 

Sem compaixão e empatia

Vemos a vingança operar,

Destilando ódio e covardia

Para o povo amedrontar.

 

 

Com isto passando o recado

Para os que pensam em reagir!

Fiquem todos calados,

Silentes, parados a assistir.

 

 

Prenderam vários generais

Honrados e também ilibados

Sem que houvesse reação

Das suas próprias forças

Ou mesmo da população.

 

 

Sou apenas um poeta,

Veterano fuzileiro Rubão!

Esta letra, por ora...

É minha participação.

Rubens Lima
Enviado por Rubens Lima em 23/11/2025
Alterado em 23/11/2025


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