

22 DE NOVEMBRO
Vinte e dois de novembro Foi agravada a prisão, De um presidente inocente Que amou e ama a nação.
Sem compaixão e empatia Vemos a vingança operar, Destilando ódio e covardia Para o povo amedrontar.
Com isto passando o recado Para os que pensam em reagir! Fiquem todos calados, Silentes, parados a assistir.
Prenderam vários generais Honrados e também ilibados Sem que houvesse reação Das suas próprias forças! Ou mesmo da população.
É! O medo mata o homem Que não sabe se defender Um povo que se dizia varonil Não consegue sobreviver! À uma caneta abjeto e ardil.
Respeito humano não existe. Justiça justa também não A perseguição persiste Contra quem ama esta nação.
Vinte e dois de novembro Foi agravada a prisão, De um presidente inocente Que amou e ama está nação.
Sem compaixão e empatia Vemos a vingança operar, Destilando ódio e covardia Para o povo amedrontar.
Com isto passando o recado Para os que pensam em reagir! Fiquem todos calados, Silentes, parados a assistir.
Prenderam vários generais Honrados e também ilibados Sem que houvesse reação Das suas próprias forças Ou mesmo da população.
Sou apenas um poeta, Veterano fuzileiro Rubão! Esta letra, por ora... É minha participação. Rubens Lima
Enviado por Rubens Lima em 23/11/2025
Alterado em 23/11/2025 Comentários
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