

IN DUBIO PRO REO
É dura e desesperadora A dor da condenação, Quando se é inocente Seja qual for à acusação.
Regras e conformidades Não podem prevalecer, Contrapondo a verdade real Impedindo o absolver.
A injustiça fere de morte Todo e qualquer cidadão Imposição muda a sorte Dilacerando qualquer coração.
O nome disso é injustiça Que não pode prevalecer Na ceara da humana justiça Para a reparação se fazer.
A mentira mata o homem, A vingança mata também. Injustiça é ato de vingança É um mal, oposto do bem.
Ante a dúvida não se condena, Toda dúvida é imprecisão, In dubio pro reo, não apena, Acusados em uma prisão.
Regras e conformidades Não podem prevalecer Contrapondo a verdade real, Que determina o absolver.
A injustiça fere de morte Todo e qualquer cidadão A imposição é uma triste sorte Que dilacera o coração.
O nome disso, é injustiça Que não pode prevalecer Na ceara da nossa justiça Deve a reparação se fazer.
A mentira mata o homem A vingança mata também A justiça é ato de vingança Um mal que é oposto do bem.
Ante a dúvida não se condena Dúvida gera imprecisão In dubio pro reo, não apena Acusados sem precisão.
In dubio pro reo, Artigo trezentos e Oitenta e seis, Inciso sete, do Código De processo Penal. Rubens Lima
Enviado por Rubens Lima em 04/02/2026
Alterado em 04/02/2026 Comentários
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