Rubens Lima

Um poeta que é apaixonado pelo que é e pelo que faz.

Textos


                  IN DUBIO PRO REO

 

 

 

 

 

 

 

É dura e desesperadora

A dor da condenação,

Quando se é inocente

Seja qual for à acusação.

 

 

 

Regras e conformidades

Não podem prevalecer,

Contrapondo a verdade real

Impedindo o absolver.

 

 

 

A injustiça fere de morte

Todo e qualquer cidadão

Imposição muda a sorte

Dilacerando qualquer coração.

 

 

 

O nome disso é injustiça

Que não pode prevalecer

Na ceara da humana justiça

Para a reparação se fazer.

 

 

 

A mentira mata o homem,

A vingança mata também.

Injustiça é ato de vingança

É um mal, oposto do bem.

 

 

 

Ante a dúvida não se condena,

Toda dúvida é imprecisão,

In dubio pro reo, não apena,

Acusados em uma prisão.

 

 

 

Regras e conformidades

Não podem prevalecer

Contrapondo a verdade real,

Que determina o absolver.

 

 

 

A injustiça fere de morte

Todo e qualquer cidadão

A imposição é uma triste sorte

Que dilacera o coração.

 

 

 

O nome disso, é injustiça

Que não pode prevalecer

Na ceara da nossa justiça

Deve a reparação se fazer.

 

 

 

A mentira mata o homem

A vingança mata também

A justiça é ato de vingança

Um mal que é oposto do bem.

 

 

 

Ante a dúvida não se condena

Dúvida gera imprecisão

In dubio pro reo, não apena

Acusados sem precisão.

 

 

 

In dubio pro reo,

Artigo trezentos e

Oitenta e seis,

Inciso sete, do Código

De processo Penal.

Rubens Lima
Enviado por Rubens Lima em 04/02/2026
Alterado em 04/02/2026


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